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18/12/2017

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Transplante Renal

Transplante Renal

O transplante de rim oferece aos pacientes em Diálise a chance de uma maior independência e melhor qualidade de vida. O transplante pode ocasionar também, na maioria das pessoas (mas não em todas), a diminuição dos riscos de mortalidade, quando comparados aos da Diálise.

A pessoa submetida a um transplante renal será capaz de voltar a ter uma dieta normal e a beber líquidos normalmente. Poderá exercer atividades normais como trabalhar, estudar, viajar e praticar exercícios. Entretanto, cria-se uma nova rotina na vida devido à necessidade de medicações que precisam ser tomadas todos os dias, em horários bem rígidos, além de consultas médicas e exames frequentes. Para se ter ideia da qualidade de vida obtida pelos pacientes transplantados, existe a Olimpíada Internacional de Transplantados cujos tempos e marcas não estão tão longe daqueles das Olimpíadas convencionais, nas quais competem esportistas que nunca passaram por procedimentos como este.

Há dois tipos de doadores: vivos e falecidos. Geralmente os doadores vivos são parentes (mães, pais, irmãos, tios, avós), mas qualquer pessoa pode se dispor a ser doadora, desde que não apresente nenhum problema de saúde. Se o doador não for um parente do receptor, há necessidade de autorização judicial para se fazer a doação, ocasião em que o juiz atestará o altruísmo da doação. No Brasil, compra e venda de órgãos é crime pela justiça comum. A vantagem do transplante com doador vivo é, principalmente, o planejamento da cirurgia (com dia e hora marcados) e o fato de que estes rins funcionam imediatamente após a cirurgia, trazendo o benefício da recuperação da função renal já durante a cirurgia.

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